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Classe média é a mais afetada com defasagem na tabela do IR, diz estudo Maior impacto ocorre para quem recebe entre R$ 1,7 mil e R$ 4,1 mil. Se correção acompanhasse inflação, imposto poderia ser 44% menor.

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Gabriela Gasparin e Fabio AmatoDo G1, em São Paulo e em Brasília

 

A classe média é a que mais sofre com a defasagem na correção da tabela do Imposto de Renda (IR), que alcança 34,17% de 1998 até 2011, aponta levantamento realizado pela Ernst & Young Terco, divulgado nesta segunda-feira (3). Isso ocorre porque não ocorreu correção de acordo com a inflação do período, diz o estudo.

 

De acordo com a consultoria, percentualmente, o maior impacto da defasagem ocorre para quem recebe entre R$ 1,7 mil e R$ 4,1 mil.

 

Um trabalhador que tinha como base de cálculo mensal para imposto de renda, em 1998, salário de R$ 1.801, era tributado à alíquota de 27,5%. Com isso, pagava, mensalmente, R$ 135,28 de imposto.

 

Atualizando os valores até 2011, de acordo com o IPCA, e utilizando a tabela atualmente em uso, esse mesmo trabalhador teria o equivalente a R$ 4.465,01 e pagaria de IR, mensalmente, R$ 471,35.

 

Entretanto, se os valores da tabela tivessem sido corrigidos de acordo com a inflação do período, ele pagaria, com base no mesmo salário de 2012, 44% a menos de Imposto de Renda – R$ 263,81 –, já que seria tributado à alíquota de 22,5%.

 

“Quem ganhava R$ 40 mil, por exemplo, em 1998, teria menos de 1% de redução de imposto”, explica Carlos Martins, sócio da área de Human Capital da Ernst & Young Terco, em nota.

 

De acordo com a consultoria, nos exemplos citados, foi considerado como base de cálculo para o imposto de renda o rendimento bruto, com desconto de INSS e deduções de dependentes.

 

Classe média

 

Não há uma definição única sobre a renda da classe média. A Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE) do governo divulgou em junho estudo que estabelece novos critérios para a identificação da classe média brasileira e a define como o grupo composto por famílias com renda per capita entre R$ 291 e R$ 1.019.

 

A Fundação Getúlio Vargas (FGV), por sua vez, considera como classe média em seus estudos quem recebe acima de R$ 1.734 e até R$ 7.475.

 

 

Fonte: G1

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